Automação comercial para clínicas de alto ticket

Seu lead chega às 18h02.
Sua recepção fechou às 18h00.

18h é a maior hora de entrada de mensagem do dia — exatamente quando a recepção fecha. Num mês de operação numa clínica de alto ticket, a Lívia conduziu 852 conversas e transformou 27,5% delas em avaliação marcada.

operação real, com paciente de verdadedado medido no banco, não estimado

A tese, em um gráfico

A demanda não respeita o horário da clínica

Distribuição das mensagens recebidas ao longo do dia. A maior hora é exatamente a hora em que a porta fecha — e metade do volume chega dentro do expediente, quando a recepção já está ocupada.

As três maiores horas do dia

18h979a maior hora do período
16h911mensagens
17h894mensagens

Onde o volume cai no dia

Das 9h às 18h — a recepção está lá, e ocupadaFora do expediente — não há ninguém
18h é a maior hora de mensagem do dia — e é a hora em que a recepção fecha. Metade do volume chega dentro do expediente, quando a equipe já está ocupada com quem está na cadeira; a outra metade chega quando não há ninguém.

O problema

Onde o dinheiro do anúncio se perde

O lead esfria

Lead de anúncio esfria em minutos. A recepção responde em horas — quando o volume deixa. Cada hora de silêncio é dinheiro de anúncio que não volta.

O atendimento não vende

A recepcionista sabe agendar. Não é o trabalho dela qualificar um lead nem ancorar o valor de um implante de R$ 5.000 antes de dizer o preço.

Ninguém faz follow-up

O paciente diz "vou pensar" e a clínica o esquece. Não há régua, não há memória, e ninguém tem tempo de voltar em cada conversa parada.

Quem atende

A Lívia não finge ser humana. Ela só não fala como um robô.

Ela se apresenta como assistente digital da equipe logo na primeira mensagem. O que muda é o jeito.

Ela fala assim

  • "Nossa, que legal!"
  • "Me conta mais sobre isso"
  • "Olha, vou ser sincera contigo…"
  • "Ah, entendi!"

E nunca assim

  • "Que interessante."
  • "Poderia detalhar?"
  • "Estou aqui para ajudar."
  • "Deixa eu consultar a agenda."

O que ela nunca faz →

Como é na prática

Uma conversa de domingo, quase meia-noite

Repare no que ela não faz: não joga o preço na primeira mensagem, não despeja catálogo, não pergunta como o paciente se sente. Ela investiga antes de conduzir.

Conversa recriada a partir de um atendimento real, com estrutura preservada. Nome, dados e falas foram reescritos — nenhuma informação de paciente aparece aqui.

O que ela faz

Quatro trabalhos, do primeiro contato até a cadeira

Responde na hora

Todo lead recebe resposta, em qualquer horário — madrugada e domingo inclusive.

Entende áudio, imagem e PDF. Junta mensagens quebradas em uma resposta só.

Qualifica e conduz

Descobre o que a pessoa quer, o que pode investir e qual a urgência — e ancora valor antes de falar preço.

Método consultivo, quatro perfis de conversa, rebatimento de objeção em camadas.

Agenda de verdade

Marca na agenda da clínica e confere se entrou antes de confirmar ao paciente.

Leitura de volta no seu sistema. Oferece só a grade real do profissional.

Não deixa esfriar

Quem some da conversa recebe um retorno — e quase 30% voltam a responder.

E essa é só a primeira das cinco camadas de recuperação. As outras quatro, que confirmam a consulta e retomam quem faltou, estão construídas.

Resultado

O que ela entrega numa clínica de alto ticket

Números de operação real, medidos por consulta ao banco e submetidos a refutação. A medida que importa não é quantos leads chegaram — é com quantos ela conversou, e quantos desses viraram consulta.

852

conversas conduzidas

em um mês de operação · conversas de verdade, com ida e volta

27,5%

das conversas viraram avaliação marcada

em um mês de operação · 234 de 852 conversas viraram avaliação

R$ 18.575

de caixa comprovado, originado pela Lívia

em um mês de operação · 7 pacientes, 100% receita nova

35%

de todas as avaliações marcadas na clínica

em um mês de operação · das avaliações marcadas na clínica no período

Por que conversas e não leads: o número de leads que chega mede o seu investimento em anúncio, não o trabalho da Lívia. O que mostra a capacidade dela é com quantas pessoas ela realmente falou — e o que aconteceu depois disso.

Como medimos isso →

Escopo

A Lívia também atende quem já é seu paciente

É a mesma Lívia, com outro objetivo. Você decide qual trabalho ela faz.

Na postura de relacionamento, ela responde dúvida, orienta pré e pós-operatório e resolve reagendamento — tirando da recepção a pergunta que se repete vinte vezes por semana. O material que ela usa é o da sua clínica, montado junto no onboarding.

Ver a postura de relacionamento →

Postura Vendas

Converter lead de anúncio em avaliação marcada. Qualifica, ancora valor, contorna objeção e agenda.

Postura Relacionamento

Atender bem quem já procurou a clínica. Dúvida resolvida sem ocupar a recepção.

Personalização

A Lívia não vem pronta

Ela é configurada com o jeito da sua clínica — e você lê e edita tudo isso no painel, inclusive o manual que ela segue.

O que ela oferece

Procedimentos, valores, formas de pagamento, condições e campanhas com data de início e fim.

Como ela fala

Formalidade, uso de emoji, forma de tratamento e tamanho de resposta. O tom é seu, não nosso.

Quando ela atende

Horário de funcionamento e a janela em que ela opera. Em horário comercial, quem atende é a sua equipe.

Perguntas honestas

O que todo dono de clínica pergunta

Meu paciente vai perceber que é um robô?

Vai — e deve. A Lívia se apresenta como assistente digital da equipe logo na primeira mensagem. O que ela não faz é soar como robô: fala em frases curtas, responde uma coisa de cada vez e não usa jargão de call center. Esconder que é uma IA seria pior: quebra a confiança no momento em que a pessoa descobre sozinha.

Já tentei chatbot e não funcionou.

Chatbot segue uma árvore de decisão: quando o paciente sai do roteiro, ele trava. Isto é um agente que conduz uma conversa de venda e sabe quando não responder — passa para a equipe humana e registra a pendência em vez de improvisar.

E se ela inventar um preço ou um horário?

É a pergunta certa, e a resposta é estrutural. Existem 76 invariantes protegidas: garantias de comportamento que não podem regredir sem quebrar um teste automatizado. Preço vem da configuração da sua clínica, não do modelo de linguagem. E todo agendamento é conferido por leitura de volta no seu sistema antes de a Lívia confirmar ao paciente — se a escrita falhar, vira alerta para um humano em minutos.

Vou ter que demitir minha recepcionista?

Não. Em horário comercial a Lívia silencia por configuração — quem atende é a sua equipe. Ela cobre a janela que fica vazia, e o pico de demanda do mês é às 18h, exatamente quando a recepção fecha. Na prática ela tira da recepção a pergunta repetida e o lead de madrugada, não o emprego.

E a LGPD? É dado de paciente.

A sua clínica é a Controladora dos dados; nós somos Operadores, tratando em seu nome e conforme o contrato. Na prática: isolamento por clínica no banco, com política obrigatória que a aplicação não consegue contornar e 35 testes automatizados que tentam furar esse isolamento; dados sensíveis mascarados antes de qualquer processamento; e ambiente de produção fisicamente separado do de testes. O acordo de tratamento de dados fica disponível antes da conversa, não depois da assinatura.

Ver todas as perguntas →

Próximo passo

A implantação é conduzida pelo fundador, clínica por clínica

Não é um cadastro e uma senha. É entender como a sua clínica vende, configurar a Lívia com esse jeito e acompanhar as primeiras semanas de perto.

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